Mercado Imobiliário 2019: o pior já passou. Otimismo à frente!

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Mercado Imobiliário 2019:
O Pior já passou. Otimismo à frente!

A crise econômica que o Brasil viveu nos últimos anos impactou negativamente quase todos os segmentos da economia, em especial o setor de imóveis, que viveu momentos muito difíceis. Felizmente, a nova realidade mudou, de modo que o prognóstico é altamente positivo daqui para frente.

O mercado imobiliário é um dos principais termômetros da economia brasileira. Depois de seis anos de queda, os imóveis residenciais e corporativos tiveram um crescimento em 2018. Assim, como se prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deva crescer acima de 2,5% em 2019, ano em que finalmente o país fará uma reforma da Previdência para ajudar no equilíbrio das contas públicas ao longo dos próximos anos, o mercado imobiliário tem excelentes perspectivas de crescimento daqui para a frente. Um importante indicador de recuperação podemos citar os recordes históricos na Bolsa, o que evidencia dias melhores no ambiente dos negócios no Brasil. No mercado imobiliário, há alguns importantes fatores:

  • Melhora gradual nas condições da economia brasileira, que depois de uma enorme recessão, já apresentou um leve crescimento em 2018, e a partir de 2020 deve crescer acima de 3,5% nos próximos anos;
  • Queda na oferta de novos empreendimentos devido à recessão, que forçou as incorporadoras a construir menos;
  • Expectativas de juros menores;
  • Maior abertura de financiamentos bancários;
  • Ambiente mais seguro juridicamente, com o novo governo.

Devido a este positivo cenário para o próximo triênio, espera-se a seguinte tendência:

  • o valor de locação, que vinha caindo, deve começar a aumentar levemente;
  • o valor do metro quadrado também tende a se elevar;
  • a taxa de vacância, que estava elevada em 2016, vem caindo e deve baixar ainda mais.

Essa nova realidade positiva tem provocado entusiasmo em todo o segmento imobiliário, tais como nos investidores, nos construtores, nas incorporadoras, nas imobiliárias (pela retomada das vendas, compras e locações), nos créditos para financiamentos e também nos consórcios. Muito embora sem exagero no otimismo, os próximos anos serão bons para o mercado imobiliário e o resto da economia brasileira, principalmente se a reforma da Previdência for aprovada ainda no primeiro semestre e a reforma tributária vier ainda no segundo semestre de 2019.

Judas Tadeu Grassi Mendes

Ph.D. em Economia

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